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Jornalismo, freelancing, social media... e as estórias por detrás de tudo isto. Por Patrícia Raimundo

Hábitos e ferramentas para jornalistas eficientes

Kevin Loker apresenta 7 hábitos - e as ferramentas para os pôr em prática - que podem contribuir para aumentar a eficiência dos jornalistas.

O meu preferido:
"Seek first to understand, then to be understood"

Curadoria: Técnicas, tipos e dicas

Muito bom este post de Steve Buttry sobre curadoria: Curation techniques, types and tips.

[Dica de António Granado]

Os melhores blogs para estudantes de jornalismo

Um post - e muitos blogs - a explorar nos próximos tempos: The 40 best blogs for journalism students.

[Dica de Lauren Rebaino]

Estórias de investigação

Muito úteis as dicas de Paige Williams para escrever boas estórias de investigação em Narrative + Investigative: tips from IRE 2012, Part 2.

[Dica de Fórum de Jornalistas]

Dar o salto do emprego para o freelancing

Deixar um emprego fixo para começar uma carreira como freelancer pode ser um verdadeiro salto em queda-livre: a adrenalina, o risco e o prazer são mais ou menos os mesmos. Tim Hillegonds dá alguns conselhos para quem está prestes a dar o salto aqui: How to make the leap from corporate America to freelance writing.

Como escrever títulos irresistíveis

Conselhos para escrever bons títulos - confesso que para mim são sempre difíceis - nunca são demais! E os de Mary Jaksch são excelentes, muito voltados para a escrita online. Para ler aqui: The art (and science) behind neck-snapping headlines.

Como as redes sociais podem influenciar editores e publicações

Muito interessante o artigo de John Hall sobre a influência das redes sociais nas escolhas dos editores e das publicações. Segundo o colaborador do Social Media Today, cada vez mais os editores estão atentos à presença dos seus colaboradores (freelancers ou não) nas redes sociais, ao potencial de partilha que podem gerar, ao valor acrescentado que poderão trazer à publicação, etc... Para Hall, está na altura de mergulhar a fundo nas redes sociais, já que estas podem ser uma excelente forma de consolidar uma postura profissional e sobressair num mercado saturado. Para os freelancers então, esta parece-me ser a oportunidade.

Vale mesmo a pena ler Social media is revolutionizing online publishing.
Social media is now influencing what content is written, how publishers accept content, and the overall information that’s displayed online. People who build their companies and personal brands are gaining more followers, friends, and connections. As a result, they are getting more press, opportunities, and authority. Rather than wait for your ship to sail in, swim out to it. Being proactive is the only way to make a splash in the publishing industry.

Produzir todos os dias é preciso

Adam Westbrook dá o melhor conselho que se poderia dar a quem quer ser bem sucedido em áreas como a escrita, o jornalismo, o cinema, o design... enfim, qualquer área em que a criatividade e o empreendedorismo façam a diferença:
"Whatever it is you want to do, you must produce it and consume it every day."

Vamos a isso?

Escrever por antecipação

Quando, em Março, estive a partilhar as minhas estórias em jornalês com os alunos de Seminário de Jornalismo (Curso de Comunicação e Jornalismo) da Universidade Lusófona, um dos assuntos que abordámos no final foi esta: escrever por antecipação é ou não uma boa estratégia para um freelancer? Devemos enviar o texto já escrito para o editor antes mesmo de saber se o quererá publicar?

O tema foi levantado por uma aluna e eu dei a minha opinião: acho arriscado, por vários motivos. Primeiro, porque há sempre o perigo (e é um perigo bem real e mais comum do que o que se possa pensar) de o texto ser "roubado". Se não conhecemos bem o editor, se não há ainda alguma confiança, é estar a arriscar demasiado. Depois, porque podemos não "acertar" no ângulo certo para a publicação em questão. Como freelancers, podemos escrever por antecipação e tentar vender a peça a vários meios (um de cada vez, atenção - o que daria um belíssimo tema para outro post...), mas, desta forma, das duas uma: ou não personalizamos o texto segundo o estilo de cada publicação ou temos o dobro do trabalho (que não sabemos se vai dar frutos) a fazer as modificações necessárias para a peça "caber" nas especificidades de cada revista ou jornal.

A aluna também deu os seus argumentos: é que, se enviarmos o texto logo, podemos conseguir convencer mais facilmente o editor de que escrevemos bem e temos um bom trabalho. Não deixa de fazer sentido, mas, ainda assim, penso que o ideal é criar uma boa relação com os editores e, tanto quanto possível, acertar os pormenores do trabalho antes de se partir para o terreno. Acredito que é a situação ideal para as duas partes, freelancer e editor.

Na minha ronda quase diárias pelos blogs, dei de caras com um excelente post de Linda Formichelli sobre este tema - write on spec, em inglês.


Para quem já se viu a braços com este dilema, You ask, I answer: Should I write on spec? é de leitura obrigatória.

Os 4 pilares do freelancing

Obrigatório ler os 4 pilares de uma carreira de sucesso como freelancer, de Simon Clarke.